Temos o costume, a tradição, a mania de sofrer pela perda, pela ausência. Assim, nos apegamos na falha, na dor, na falta que aquela pessoa nos faz.No plano de cá ou do lado de lá, sinto hoje que podemos e é de nosso dever nos apegarmos no tempo em que convivemos com as pessoas que amamos.

Seja na transformação de um casamento, de um namoro, de uma amizade, a morte que seja!

Todo fim é uma transformação.

E se ao invés de dizer sobre o seu relacionamento: não deu certo, acabou!

Você disser: deu certo por 5 anos, agora partimos para uma nova jornada.

Porque o amor, não acaba, ele se transforma. Às vezes ele passa por sentimentos não tão nobres, mas um dia retorna ao amor e ainda vem acompanhado pela gratidão.

E se diante da morte sentirmos gratidão por ter vivido e convivido com aquela pessoa por tantos anos? 

E se ao invés de chorar, a gente se lembrar do quanto foi boa aquela presença? E ser grato pela oportunidade, porque a morte nada mais é do que mais um caminho da vida.

Para algumas pessoas é o fim da linha, para mim uma nova jornada.

O reencontro de almas, assim como acontece aqui, acontece lá. E é fato que vamos nos encontrar com todos que amamos um dia, mantendo os corpos de agora, para nos confortar no primeiro encontro... depois, eles não serão mais necessários e seremos o que realmente somos: almas de novo e como sempre.

Feliz jornada!

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