Em novembro Naelir caiu de um barranco e ficou paraplégica.

A Michela nos escreveu pedindo ajuda para ajudar essa guerreira que quer voltar para a escola este ano.

Naelir mora numa comunidade, e para chegar na sua casa tem 40 degraus.

Michela está tentando com os programas de TV que transformem a escada em uma rampa, para que a nossa grande guerreira possa ir e voltar para a escola todos os dias.

E nós aqui contando com a nossa força incrível e ilimitada estamos tentando todos os dias, todas as horas de nossa jornada:

- levar uma cama hospitalar novinha doada pela Carlota de São Sebastião para Belo Horizonte.

(A Denise nos doou R$ 100,00 e temos + R$ 600,00 que “sobrou”  - graças ao desconto da loja e a bondade de vocês -  da cama que compramos para o Alan.

Ou seja, temos R$ 700,00 para esta jornada e estou tentando vender o meu casaco doado pela Adriana Barra para conseguirmos mais um valor/ valor do casaco: R$ 440,00)

- comprar e mandar material escolar para a nossa guerreira Naelir.

- uma cadeira de rodas para que ela possa ir para a escola. E se você conhece alguém que conhece alguém que conhece alguém que possa nos ajudar a ajuda-la por favor mande um email: contato@institutoanossajornada.org

A Nossa gratidão pela caminhada.

Palavras da Michela:

“…a família da Naelir é bastante carente. O pai está desempregado no momento. A mãe ainda cuida de dois netos, um menino de 6 anos e uma menininha de 1 ano.  A cadeira de rodas da Naelir está muito desconfortável e é emprestada. A Naelir quer voltar a estudar neste ano e ainda não comprou o material escolar. Enfim, toda ajuda será bem vinda! Muito obrigada e fique com Deus...”

 

“..a mãe dela ficou muito grata. É uma mulher de muita fé. Como eu havia lhe falado, vou escrever para alguns programas de televisão pedindo uma reforma na entrada da casa da Naelir, transformando a escada em uma rampa. Mais uma vez, muito obrigada! Um grande abraço e fique com Deus!    “

 

“..quando eu a visitei em dezembro, a mãe nos contou que ela não queria sentar na cadeira de rodas, porque estava sentido dores. Ela queria ficar só deitada. Eu imagino que deva ter uma cadeira de rodas mais confortável e apropriada para a situação dela. A casa da Naelir fica em cima de um barranco e para chegar  é preciso subir uma escada de 40 degraus mais ou menos. Seria necessário uma reforma para proporcionar acessibilidade para Naelir. Mas, o que mais me deixa triste é saber que ela não terá o atendimento que necessita com um fisioterapeuta, pois sua família não tem condições de pagar o tratamento. Eu escrevi para o Programa do Faro pedindo uma ajuda e vou escrever também para o programa do  Luciano e do Geraldo….”


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